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Fux compara jiu-jítsu à independência dos juízes

Fux compara jiu-jítsu à independência dos juízes

Brasil Estado | 14/10/2026 às 16:00 | há 3 horas | 2 min de leitura

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta quarta-feira, 14, que a prática do jiu-jítsu contribui para desenvolver a independência necessária ao exercício da magistratura.

Faixa-coral de oitavo grau, o magistrado pratica a arte marcial há cerca de 50 anos e participou de uma atividade com crianças e adolescentes atendidos por projetos sociais ligados à Polícia Judicial do tribunal.

“Os juízes devem ter um conhecimento, devem ter também uma nobreza de caráter e, acima de tudo, uma independência olímpica: fazer aquilo que eles acham certo, independentemente de haver uma divergência ou outra”, declarou Fux.

O encontro reuniu cerca de 45 jovens no Centro de Treinamento da Polícia Judicial do STF. Policiais judiciais conduzem as iniciativas voluntariamente e utilizam o esporte para promover disciplina, cidadania e prevenção da violência.

Para o ministro, o jiu-jítsu contribui tanto para a vida pessoal quanto para o exercício da função pública | Foto: Reprodução/Rosinei Coutinho/STF

Ministro destaca papel do esporte na magistratura

Durante o evento, Fux voltou a relacionar os ensinamentos da modalidade à atuação profissional dos juízes. Para o ministro, o jiu-jítsu contribui tanto para a vida pessoal quanto para o exercício da função pública.

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“O jiu-jítsu influencia na vida da gente, quer no plano vivencial, quer no plano profissional", afirmou. "Mas eu acho que o dado mais importante do jiu-jítsu é que ele traz uma independência olímpica, que é muito importante para o juiz”.

A atividade também contou com a presença de Marcelo Schettini, secretário de Polícia Judicial do STF e faixa-preta de jiu-jítsu. Policiais do tribunal organizam os projetos sociais e oferecem aos jovens o contato com a arte marcial e seus princípios.

https://www.youtube.com/watch?v=kTTww4AKkZ4

A participação do ministro em atividades voltadas a jovens praticantes de jiu-jítsu não é inédita. Em 2024, Fux conduziu um treinamento para integrantes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e jovens atendidos por um projeto social do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro.

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