O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em 2025 que deixou um plano preparado para destruir o Irã caso o regime ordenasse seu assassinato. Na época, em resposta à emissora Fox News, o republicano comentou a possibilidade de um atentado como retaliação ao bombardeio que eliminou o comandante militar iraniano Qasem Soleimani, a ação foi realizada durante o primeiro mandato do republicano.
"Seria terrível para eles fazerem isso", disse Trump em 4 de fevereiro de 2025. "Se fizessem isso, seriam aniquilados. Seria o fim. Deixei instruções. Se fizerem isso, serão aniquilados. Não sobrará nada."
As declarações voltaram a repercutir nesta semana, depois que o jornal The Wall Street Journal informou que o governo de Israel alertou os EUA sobre um novo plano do Irã para assassinar Trump.
Governo Trump busca impedir programa nuclear do Irã
O governo norte-americano lançou a Operação Epic Fury, cerca de um ano depois das declarações de Trump. Segundo a administração, a ofensiva busca restabelecer a paz por meio da força. O objetivo das ações são enfraquecer a capacidade militar do Irã e impedir o avanço do programa nuclear do país.
Desde o início da operação, em fevereiro de 2026, EUA e Israel realizaram dezenas de ataques contra alvos militares, nucleares e estratégicos no território iraniano. Um dos principais objetivos da campanha é impedir que o regime desenvolva armas nucleares. A ofensiva também busca enfraquecer grupos terroristas apoiados por Teerã, como o Hezbollah, que dá suporte a outras organizações armadas da região, entre elas o Hamas.
O Irã reagiu às ofensivas militares com ataques contra interesses dos EUA e de Israel. O regime também fechou o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas para o transporte mundial de petróleo, o que elevou a tensão no Oriente Médio e aumentou a preocupação com o abastecimento global de energia.
O conflito passou por um breve período de cessar-fogo, mas voltou a se intensificar nesta semana. O Irã realizou ataques contra embarcações comerciais no Estreito de Ormuz. Em resposta, Trump declarou encerrado o cessar-fogo firmado em julho.
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