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Nunes Marques nega ameaça às eleições e descarta interferência no pleito

Nunes Marques nega ameaça às eleições e descarta interferência no pleito

Brasil Estado | 04/10/2026 às 09:45 | há 1 semana | 2 min de leitura

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, afirmou neste sábado, 3, que não há risco concreto de interferência na realização do 1º turno das eleições de 2026.

Em pronunciamento transmitido por emissoras de rádio e televisão e divulgado nas redes sociais, Nunes Marques citou o trabalho conjunto realizado pelas instituições responsáveis pelo monitoramento de possíveis riscos.

“Nosso pleito não está sob ameaça concreta, seja internacional ou do crime organizado”, afirmou o ministro. “Os órgãos de inteligência que trabalham em parceria conosco não apontam qualquer indício disso.”

O presidente do TSE ainda descartou a possibilidade de mudanças no calendário eleitoral e pediu que os eleitores tenham atenção às informações que circulam durante o processo eleitoral.

TSE promete repressão a interferências

Nunes Marques fez ainda um apelo aos candidatos e aos eleitores para que respeitem a liberdade de escolha nas urnas. O presidente do TSE afirmou que a Justiça Eleitoral atuará diante de tentativas de pressionar ou constranger os cidadãos durante a votação.

“Ameaças, assédio ou tentativa de interferência na vontade do eleitor, em qualquer de suas formas, serão prontamente reprimidas.”

O ministro pediu que os brasileiros verifiquem a procedência de conteúdos antes de repassá-los. Ele recomendou o uso dos canais oficiais para esclarecer dúvidas sobre o processo de votação.

Ministro defende segurança da urna eletrônica

O pronunciamento também destacou os mecanismos de segurança e fiscalização do sistema eletrônico de votação. A urna eletrônica é utilizada no país há três décadas e passa por atualizações a cada eleição.

O TSE convidará os dois últimos eleitores aptos a votar em cada seção eleitoral para acompanhar o encerramento da votação. Eles receberão o boletim de urna com os votos registrados naquele local.


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O documento terá um QR Code para permitir a conferência dos dados por meio do aplicativo Boletim na Mão. A medida faz parte das iniciativas apresentadas pelo tribunal para ampliar a possibilidade de fiscalização do processo eleitoral.

O 1º turno ocorre neste domingo, 4. Os eleitores escolherão deputados federais, deputados estaduais, dois senadores, governador e presidente da República.

Os eleitores devem levar documento de identificação com foto e a chamada “cola eleitoral” preenchida com os nomes e números dos candidatos.

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