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Coordenador da campanha de Flávio ironiza quebra de sigilo no caso Master

Coordenador da campanha de Flávio ironiza quebra de sigilo no caso Master

Brasil Estado | 11/09/2026 às 12:00 | há 1 mês | 2 min de leitura

O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, ironizou nesta quinta-feira, 10, a decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), de retirar parcialmente o sigilo do caso que envolve o Banco Master. A medida foi determinada na noite da quarta-feira 10, a pedido do ministro Edson Fachin.

Em publicações no X durante a madrugada, Marinho afirmou que a decisão deveria servir de parâmetro para outros procedimentos conduzidos pelo Supremo. “Vou parabenizar o ministro Fachin que atendeu o pedido do Lula, e esperar que a mesma régua seja utilizada no famigerado inquérito das fakes News, e milícias digitais”, escreveu.

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Segundo o senador, a aplicação do mesmo critério permitiria à sociedade conhecer o conteúdo de investigações que, na avaliação dele, apresentam irregularidades. “Para que a sociedade possa entender o nível de perseguição e descumprimento da lei praticados por AM”, acrescentou, em referência ao ministro Alexandre de Moraes.

Publicações de Rogério Marinho no X em reação à quebra de sigilo de processos do Master | Foto: Reprodução/X

Líder da oposição no Senado critica sigilo em outros inquéritos

Em outra publicação, Marinho voltou a citar Fachin e fez referência ao inquérito relacionado ao chamado “Orçamento secreto”, conduzido pelo ministro Flávio Dino. “Parabenizar o ministro Fachin que atendeu o pedido do Lula, e esperar que a mesma régua seja utilizada no tal inquérito do ‘Orçamento secreto’ que o ministro Dino conduz.”

A decisão de Mendonça tornou públicos o inquérito principal e 14 procedimentos relacionados à investigação sobre supostas fraudes que envolvem o Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro. Na manhã desta sexta-feira, 11, o ministro inclui Flávio Bolsonaro entre os investigados no processo relativo ao filme Dark Horse.

Até a manhã desta quinta-feira, não havia registros de manifestações de outros parlamentares de oposição, de partidos como PL e Novo, sobre a retirada de sigilo determinada na noite anterior. Integrantes dessas siglas, contudo, têm defendido a atuação de Mendonça no caso Master e criticado o que consideram medidas de blindagem e tratamento seletivo em investigações conduzidas pelo STF.

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