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Polícia aguarda laudo complementar do IML para avaliar gravidade de agressão contra filha de jornalista

Polícia aguarda laudo complementar do IML para avaliar gravidade de agressão contra filha de jornalista

Brasil Estado | 30/06/2026 às 13:45 | há 3 meses | 2 min de leitura

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) aguarda a conclusão de um laudo complementar do Instituto Médico-Legal (IML) para determinar a gravidade das agressões contra Mariana Eustáquio. O documento vai verificar se as lesões sofridas pela filha do jornalista Oswaldo Eustáquio configuram uma forma mais grave de lesão corporal.

Os investigadores da 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) indiciaram Iasmin Pinheiro por lesão corporal. A PCDF busca esclarecer se a vítima sofreu consequências mais graves do que as constatadas inicialmente, como incapacidade para atividades habituais por mais de 30 dias ou sequela permanente. Além disso, a polícia ainda pode rever a classificação jurídica do delito depois do resultado do exame de corpo de delito.

De acordo com relatório emitido pelo Hospital Santa Lúcia, a estudante sofreu traumatismo cranioencefálico (TCE), apresentou perda de consciência e dores intensas na região lombar | Foto: Reprodução/ Redes sociais

A investigação concluiu, porém, que não existem elementos que indiquem motivação política ou partidária para o crime. Segundo a polícia, a briga ocorreu depois de um desentendimento comum no local.

Agressão contra filha de Oswaldo Eustáquio

A confusão aconteceu no Contexto Bar, no Setor de Clubes Sul, em Brasília, depois do jogo entre Brasil e Marrocos, em 13 de junho. Câmeras de segurança registraram o momento em que Iasmin puxa os cabelos de Mariana, que cai no chão aparentemente desacordada. Antes disso, a investigada havia brigado com uma amiga da jovem.

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Em depoimento, Mariana afirmou que se aproximou para ajudar a amiga quando teve os cabelos puxados por Iasmin, caiu e perdeu a consciência. Segundo o delegado responsável, os depoimentos, as imagens e os laudos periciais iniciais reuniram elementos suficientes para o indiciamento de Iasmin.

De acordo com relatório emitido pelo Hospital Santa Lúcia, a estudante sofreu traumatismo cranioencefálico (TCE), apresentou perda de consciência e dores intensas na região lombar. Os exames identificaram lesão na vértebra L2, além de redução de sua altura vertebral, exigindo acompanhamento médico especializado

Oswaldo Eustáquio vive atualmente na Espanha e tem mandados de prisão em aberto no Brasil. As ordens são do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Atualmente, Mariana reside em Brasília com a mãe e os irmãos.

O post Polícia aguarda laudo do IML que pode agravar acusação por agressão à filha de Eustáquio apareceu primeiro em Revista Oeste.

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